quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

INSCRIÇÕES ABERTAS !!! - CURSO DE TREINAMENTO FUNCIONAL - BÁSICO/INTERMEDIÁRIO - TAO PILATES - FLORIANÓPOLIS/SC


INSCRIÇÕES ABERTAS !!!

Descrição:

• Público Alvo:
Professores de educação física, personal trainers, preparadores esportivos , fisioterapeutas e estudantes de carreiras correlatas.

• Carga Horária:
16 - Horas / mec

  • Conteúdo: 

Sábado

- Apresentação da Metodologia
- Conceito e Histórico do Treinamento funcional
Fundamentos do Treinamento Funcional e
Base anatômica- Biomecânica
- Treinamento do CORE/ CORE Training
- Progressões funcionais baseadas nos 4 pilares do movimento- Carlos Santana
- Avaliação e Correção das Instabilidades e Perda de controle de Movimento
- Recuperação e regeneração
- Estudo de caso e Prescrição

Domingo
Progressões funcionais baseadas nos 4 pilares do movimento
Treinamento de Agilidade e Velocidade: Arranque, Arremesso
Progressão em Pliometria
Treinamento de Potência
Avaliação de Movimento e Prevenção de lesão
Técnicas de Correção
Prescrição.
Acessórios para o treinamento funcional
Como montar e elaborar sessões de treinamento de acordo com as fases da metodologia Tao
- controlar o volume de treino (séries x repetições x intervalo)
- Treino Integrado
- Estudo de Casos
- Perca de peso
- Qualidade de vida e bem estar.
-Casos especiais

  • Materiais:

Material Impresso:
• Apostila com fotos de exercícios executados

VALOR DO INVESTIMENTO: 
• consultar pelo e-mail secretaria@taopilates.com.br e/ou taopilates@taopilates.com.br
Telefone: (48) 3228-9898 - Whatsapp: (48) 8469-3828


TAO PILATES INSTITUTO DE MEDICINA DO ESPORTE - TAO CURSOS
TAO EDUCAÇÃO - CURSOS ON LINE PARA SUA EVOLUÇÃO
DR. JOEL STEINMAN - CRM 6447 - DIRETOR TÉCNICO

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ÚLTIMAS VAGAS !!! - CURSO DE PILATES NAS PATOLOGIAS DA COLUNA VERTEBRAL - FLORIANÓPOLIS/SC




ÚLTIMAS VAGAS!!!

Descrição:

PILATES NAS PATOLOGIAS DA COLUNA VERTEBRAL (enfoque na reabilitação e treinamento) = 2 dias de curso, sábado ao domingo.

• Público Alvo:
Profissionais e estudantes com certificação "comprovada" no método Pilates Completo.

• Carga Horária:
16 - Horas / mec
Estudos on line – Acesso a Videolivraria


Conteúdo:


1- Principais DESVIOS E PATOLOGIAS da Coluna Vertebral
• HIPERLORDOSE
• CIFOSE
• ESCOLIOSE
• DISCOPATIA DEGENERATIVA
• HERNIAS DE DISCO
• ESPONDILOLISTESE
• ESPONDILOLISE
• CIFOSE JUVENIL
• OSTEOARTROSE
• SINDROME FACETARIA
• ESTENOSE FORAMINAL
• ESTENOSE CANAL VERTEBRAL
• ARTRITE REUMATOIDE
• OSTEOPOROSE
2- Biomecânica e Cinesiologia
3- Avaliação da Postura Estática e Dinâmica.
4- Avaliação do Core.
5- Exercícios de Estabilização Estático-Dinâmica, Dissociação e Mobilização.
no Reformer, Cadillac, Chair, Rolo de Feldenkrais e Magic Circle.
6- Como evoluir e acompanhar o treinamento e a reabilitação.
7- Discussão de casos clínicos


  • Objetivos:

Possibilitar que instrutores de Pilates aprofundem e aperfeiçoem seus estudos na Reabilitação e treinamento NAS PATOLOGIAS, DESVIOS E DORES CRÔNICAS DA COLUNA ABORDADAS PELO MÉTODO PILATES. Serão utilizados exercícios Pilates no realizados no Reformer, Cadillac, Chair, Rolo de Feldenkrais, Bola e Magic Circle e disco de rotação.


  • Materiais:

Material Impresso:
• Apostila com fotos de exercícios executados


  • Diferenciais:

- Ministrado pelo experiente médico do esporte e fundador da TAO Pilates, Dr. Joel Steinman.



VALOR DO INVESTIMENTO: 
• consultar pelo e-mail secretaria@taopilates.com.br e/ou taopilates@taopilates.com.br
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INSCRIÇÕES ABERTAS !!! - CURSO PILATES NAS PATOLOGIAS DOS QUADRIS - TAO PILATES - FLORIANÓPOLIS/SC


INSCRIÇÕES ABERTAS!!!
Descrição:

CARGA HORÁRIA: 10Horas /Mec
 SABÁDO : 9:00 AS 13:00  DAS 14:30 AS 18:30

PÚBLICO ALVO

Instrutores de Pilates, fisioterapeutas , profissionais da educação física e demais profissionais da área da saúde.

OBJETIVO
Estudar as patologias dos quadris  
Compreender as disfunções e falta de controle de movimento associadas.
Compreender as intervenções funcionais de Pilates.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
O alinhamento dos membros inferiores
1- Patologias do quadril
Anatomia/ Biomecânica do Quadril
Lesões de partes Moles- Músculos e tendões
Osteíte Púbica
Lesões Nervosas
Lesões Labrais
Hérnia Inguinal
 Fraturas
Diagnóstico por imagem
Osteoartrite Primária
Artrite pós –traumática
Reabilitação e Pilates

2- Avaliação de movimento
3- Principais estratégias de Pilates para restaurar a função ( com e sem aparelhos)  utilizando um conjunto de habilidades e conhecimentos de ponta.
 4- Desenvolver um programa de exercícios de Pilates  num ambiente de pós reabilitação.

  

Professor
Dr. Joel Steinman - e equipe do TAO PILATES

Médico com mais de 30 Anos de experiência clinica
Surfista há 35 anos
Especialista em Medicina Esportiva - Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte Especialista em Acupuntura e Manipulação Vertebral (quiropraxia) na China pela Academia de Medicina Tradicional Chinesa de Beijing- China - Membro do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura
Especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatra
Mestre em Saúde pela Universidade de Paris
Membro do Pilates METHOD ALIANCE
Pós graduação em Posturologia
Cursou programas de formação na Austrália
Criador do TAO PILATES, voltado a reabilitação e reestruturação do movimento
Membro da Sociedade Brasileira de Medicina Física e de Reabilitação
Diretor Médico do Campeonato Mundial de Surf – WCT Brasil
Diretor Tao Pilates Instituto de Acupuntura e Medicina do Esporte
Autor do livro Surfing and Health (Meyers&Meyers)
Autor do livro Surf e Saúde




VALOR DO INVESTIMENTO: 
• consultar pelo e-mail secretaria@taopilates.com.br e/ou taopilates@taopilates.com.br
Telefone: (48) 3228-9898 - Whatsapp: (48) 8469-3828

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A respiração ideal durante a atividade física


A intensidade, assim como o tipo de atividade física é que vai determinar como será a respiração durante o exercício, mas a premissa comum é: captar a maior quantidade de oxigênio através da inspiração e eliminar a maior quantidade de gás carbônico, através da expiração.

No dia a dia, costumamos inspirar pelo nariz (para filtrar e umidificar o oxigênio captado) e expirar pela boca, oxigenando nossos músculos e cérebro. Mas e durante a prática de alguma atividade física, como corrida, musculação, bike…você mantém uma respiração correta durante os exercícios? Como respirar durante os exercícios?

A intensidade, assim como o tipo de atividade física é que vai determinar como você irá respirar enquanto se exercita, mas a verdade é uma só: captar a maior quantidade de oxigênio através da inspiração e eliminar a maior quantidade de gás carbônico, através da expiração. Seguindo essa premissa, a boca é o caminho mais fácil para executar essa função.

Vamos dividir o treino em dois tipos e falar sobra a respiração correta em cada um deles.

Treino Aeróbico (corrida, bike, natação, corda…)
– Respire de forma cadenciada, de acordo com a velocidade da passada.
– A inspiração pela boca é a mais indicada, porém pode ocorrer um pouco de secura na garganta.
– Mantenha a postura ereta (cabeça e tronco alinhados), para facilitar a captação de oxigênio.

Treino Anaeróbico (musculação)
– A expiração é feita no momento da força, na fase concêntrica do movimento. Tomemos como exemplo o supino; quando você aproxima a barra do peito, flexionando os braços, é a fase da inspiração ou fase excêntrica; no momento da extensão dos braços, que é fase de maior força ou explosão (fase concêntrica), é a hora da expiração.

Matéria publicada no site Torcedores.com

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Prós e contras da cadeira abdominal


A cadeira abdominal promete eliminar a tensão nas costas e no pescoço e ainda dobrar os benefícios na metade do tempo. Mas será que realmente funciona? Entenda como funciona o aparelho.

Mecanismo da cadeira abdominal

A cadeira abdominal é um produto fitness que tem sido amplamente vendido em uma variedade de modelos. Em resumo, ela permite fazer abdominais com suporte para costas e pescoço.

As propagadas costumam mostrar modelos com abdômen perfeito e um sorriso sempre presente no rosto, mas é claro que a realidade é um pouco mais complicada. Parecida com uma cadeira de camping, ela possui apoio para os pés e uma barra para segurar com as mãos.

Para usar o modelo, basta sentar e inclinar o corpo para trás, já que o equipamento mantém o alinhamento. As mãos devem ser colocadas sobre os apoios de braço ou ombro e os pés no descanso.

A parte da cadeira que apoia o seu tronco permite que você faça um movimento com maior amplitude do que conseguiria no chão. Entretanto, isso pode não ser adequado para todos, porque coloca pressão adicional sobre a parte inferior das costas. Ou seja, verifique com seu médico antes de fazer.

Há ainda outros tantos exercícios possíveis. Grande parte dos aparelhos costuma vir com um vídeo ou guia, explicando as possibilidades de treino. Para os novatos que não se exercitam há anos, o ideal é começar aos poucos.


Prós e contras do método

A cadeira abdominal realmente ajuda a flexionar o abdômen, mas não é uma boa alternativa para eliminar gordura da barriga. Para isso, são necessários exercícios de alta intensidade, que realmente queimem calorias, além de uma dieta equilibrada.


Vale lembrar os movimentos feitos na máquina são capazes de causar desequilíbrios musculares nas pernas. Como alternativa para trabalhar os flexores do quadril, um estudo da San Diego State University, dos Estados Unidos, sugere fazer movimentos de bicicleta no chão.

Para pessoas que não gostam de flexões que esticam costas e pescoço, por outro lado, o aparelho torna tudo mais fácil. No entanto, o exercício costuma ser menos eficaz que o convencional.

É que a cadeira faz parte do trabalho para você – enquanto os exercícios tradicionais exigem o máximo do seu corpo. Não bastasse isso, elas podem custar caro e ocupar espaço considerável em sua casa.

Em outras palavras, esse aparelho é uma excelente forma de manter uma rotina de movimentos. Porém, sozinho ele não dá conta de tudo. No fim de contas, é a sua disciplina que vai fazer a diferença.

Matéria publicada no site Nortão

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O que é Diastase Abdominal?


Diastase abdominal é o afastamento dos músculos retos do abdomen. Quando há um aumento da pressão intra abdominal com o afastamento destes músculos (gestações múltiplas, obesidade, desnutrição, etc) ocorre a diástase.

Quando você apalpa a parede externa do seu abdômen, sente como se um pequeno buraco separasse os dois lados da musculatura da sua barriga? Se a resposta for SIM, está na hora de procurar um médico.

O que você tem é chamado diastase, uma separação entre certos músculos abdominais que, se não for tratada, é muito comum provocar dores nas costas e nas pernas. Esse problema acomete cerca de 30% das mulheres no pós-parto.

1- O que é a diastase abdominal?
Resposta: Diastase é o afastamento dos músculos retos do abdome. Estes músculos são aqueles que fazem os “gominhos” do abdome “malhado”, são em número de dois e paralelos, laterais um ao outro. Quando há um aumento da pressão intra abdominal com o afastamento destes músculos (gestações múltiplas, obesidade, desnutrição, etc) ocorre a diastase.


2 – Existe algum risco de saúde?
Resposta: As mulheres que não fazem exercícios físicos e, assim, não têm o abdômen trabalhado, desenvolvem mais chances de apresentar o problema. Contribuem também hormônios que, na gestação, provocam relaxamento muscular. Os fatores que predispõem uma mulher grávida para uma diastase do reto abdominal são usualmente: gestações múltiplas, obesidade, um bebê grande e excesso de líquido amniótico. Os sintomas mais comuns são dores na zona lombar, nádegas, coxas e uma protuberância no meio do abdômen quando se senta ou está de pé.


3 – Como descobrir se tenho diastase?
Resposta: É simples o diagnóstico é feito com o exame físico. Você pede para a paciente deitada se levantar sem o auxílio das mãos (como se fosse fazer abdominal) e percebe-se uma elevação na região central do abdome. Para saber a extensão do problema e ter mais clareza no diagnóstico deve-se fazer um ultrassom e buscar a avaliação de um fisioterapeuta. Se o afastamento for menor que quatro centímetros, exercícios físicos para a região abdominal podem reverter a situação em até três meses. Se for maior, é necessária uma cirurgia para unir os lados.


4 -Existe algo que possa fazer sozinha para identificar o problema?
Resposta: Na maioria das vezes, o diagnóstico é feito pela própria paciente, ela só não sabe o nome do problema. Ela se queixa justamente de um abaulamento na região central da barriga ao se levantar, ao tossir ou fazer algum esforço.


5 – O que pode ser feito para evitado.?
Resposta: Não pode ser evitado não dá para prevenir a diastase, mas manter o espaçamento entre as gestações em pelo menos dois anos, fazer exercícios físicos que fortaleçam a região, como pilates, acompanhados de um profissional ou trabalho do CORE.


6 – Existe algum tratamento?
Resposta: Sim, mas depende do tamanho do afastamento, o tratamento mais indicado é o exercício físico, ativação de CORE.


7 – Como é o procedimento cirúrgico?
Resposta: a cirurgia consiste num corte transversal no abdome inferior (como se fosse uma cesariana) com descolamento do tecido até o nível do umbigo ou acima se for necessário. Faz-se uma aproximação dos músculos sendo eles fixados pela aponeurose (uma pele grossa que recobre a musculatura abdominal como se fosse uma cinta). Esta cirurgia também é estética pois diminui o volume do abdome e define a cintura da paciente. O tempo de recuperação após o parto é diferente para cada mulher.


É muito comum aparecer a DIASTASE quando o intervalo de uma gestação para outra é menor que dois anos, pois o corpo pode levar mais de um ano para que a recuperação completa ocorra.

Matéria publicada no site Torcedores.com

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Ter amigos é tão importante quanto exercícios físicos e alimentação saudável


Um time de cientistas da Universidade da Carolina do Norte descobriu que as relações sociais são importantes para a saúde especialmente na adolescência e velhice. Na adolescência, o isolamento social aumenta o risco de inflamação da mesma maneira que a falta de atividade física.

Um estudo realizado nos Estados Unidos é o primeiro a apontar uma relação concreta entre saúde e amigos.

Um time de cientistas da Universidade da Carolina do Norte descobriu que as relações sociais são importantes para a saúde especialmente na adolescência e velhice. Na adolescência, o isolamento social aumenta o risco de inflamação da mesma maneira que a falta de atividade física. Ter amigos também protege os jovens contra a obesidade. Já para os mais velhos, a falta de um círculo social é mais prejudicial que diabetes em desenvolvimento e hipertensão.

“Baseando-se nesse estudo, encorajar adolescentes e jovens adultos na construção de relações sociais e habilidades para interagir com outras pessoas deveria ser tão importante quanto comer de modo saudável e ser fisicamente ativo”, comenta Kathleen Harris, uma das pesquisadoras.

No meio da idade adulta, o número de amigos não importa tanto. Segundo a pesquisa, nessa fase o que conta mesmo é se as amizades conseguem dar apoio nos momentos de necessidade. “A relação entre saúde e o nível no qual as pessoas estão integradas em círculos sociais é mais forte no começo e no fim da vida. Não é tão importante no meio, quando a qualidade, e não quantidade importa”, explica Kathleen.

Foram analisados dados de quatro pesquisas realizadas com pessoas dos Estados Unidos. Os cientistas avaliaram três esferas das relações sociais: integração, apoio e pressão. Depois, estudaram como as amizades de cada indivíduo se associavam aos quatro marcadores ligados ao risco de mortalidade: pressão sanguínea, circunferência da cintura, índice de massa corporal e circulação da Proteína-C Reativa, que mede a inflamação.

“Nossa análise deixa bem claro que os médicos e outros profissionais da saúde devem redobrar seus esforços para ajudar o público a entender como os laços sociais são importantes ao longo de nossas vidas”, finaliza Yang Claire, outra pesquisadora.

Matéria publicada no site Super Interessante


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Treinos muito curtos e intensos ganham adeptos no mundo fitness


Uma pesquisa do Ministério do Esporte apontou que 45,9% dos brasileiros são sedentários. Para 27,2% deles, a falta de tempo é o principal motivo para não se exercitar. De olho nesse “efeito colateral” da rotina corrida, pesquisadores apostam suas fichas em estudos para reduzir o tempo das pessoas dentro das academias sem ocasionar prejuízo nos resultados.

Deixar o sedentarismo de lado, ganhar saúde, melhorar o condicionamento físico e, quem sabe, até perder uns quilinhos. Tudo isso em menos de 10 minutos de esforço empenhado durante alguns dias da semana. Parece milagre? Pois é o que promete uma tendência que tem ganhado academias mundo afora: os treinos muito curtos e, em compensação, muito intensos.

A proposta encontra alguns respaldos científicos, apesar de ainda causar divergência entre os especialistas. Um exemplo é o estudo do Human Performance Institut, de Orlando, nos Estados Unidos. Publicado em 2013 na revista científica Health & Fitness Journal, do American College of Sports Medicine, o artigo teve grande repercussão. O trabalho propõe um programa com média de sete minutos de duração, que pode ser repetido duas ou três vezes ao dia.

A ideia de Brett Klika e Chris Jordan, autores do estudo, é mesclar exercícios aeróbios e de resistência — usando apenas o peso do corpo — em um curto intervalo de tempo e com recuperação mínima. No programa, é sugerido um circuito com 12 atividades — que vão dos tradicionais polichinelo e apoio até agachamento e pranchas que trabalham todo o core (músculos que formam o centro de força do corpo, como os abdominais e os lombares) — que devem ser realizadas em 30 segundos com descanso de 10 entre elas, totalizando pouco mais de sete minutos.

“Esse tipo de programa oferece uma boa opção para ajudar pessoas ocupadas a melhorar sua saúde. A praticidade e acessibilidade torna esse programa uma opção viável para as massas”, defendem os especialistas no artigo.

A publicação do estudo gerou uma série de aplicativos para celular baseados no treinamento. Além de mostrar os exercícios, os apps trazem um cronômetro que indica o tempo que se deve ficar em cada um deles, facilitando a prática.

Divulgada em junho do ano passado, uma pesquisa do Ministério do Esporte apontou que 45,9% dos brasileiros são sedentários. Para 27,2% deles, a falta de tempo é o principal motivo para não se exercitar. De olho nesse “efeito colateral” da rotina corrida, pesquisadores apostam suas fichas em estudos para reduzir o tempo das pessoas dentro das academias sem ocasionar prejuízo nos resultados.

Mas a ideia não é exatamente nova. Em 1996, o japonês Izumi Tabata testou um protocolo de quatro minutos em bicicletas estacionárias. No estudo, eram feitos 20 segundos em intensidade máxima, com intervalos de 10 segundos. A série era repetida oito vezes.

— Quatro minutos de exercícios já foram capazes de melhorar o sistema cardiovascular e alterar as enzimas responsáveis pela redução de gordura tanto quanto em exercícios de alta duração — explica o profissional de Educação Física Vinícius Possebon.

Possebon conquistou mais de 35 mil alunos em todo o Brasil com uma proposta de treino curto e intenso. Criador de um programa chamado Queima de 48 Horas, o gaúcho oferece aulas online com duração de cinco a 15 minutos — que devem se realizadas de três a cinco vezes por semana, de acordo com as condições físicas do aluno. Com base na modalidade High Intensity Interval Training (HIIT), ou Treinamento Intervalado de Alta Intensidade, na tradução livre, a promessa do preparador físico é mobilizar o organismo para que ele utilize a gordura acumulada como fonte de energia por até 48 horas depois do fim do treino, podendo aumentar esse tempo no caso de sedentários.

— Quando fiz uma revisão de artigos científicos para o meu trabalho de conclusão na faculdade, descobri que o exercício aeróbio de longa duração, realizado normalmente em 40 a 60 minutos com uma frequência cardíaca de 60% a 80% do máximo, não era nem de longe a melhor maneira de emagrecer. Muitos estudos comparavam grupos que faziam este tipo de exercício e dieta com outro que só fazia dieta. As pesquisas mostraram que as pessoas que realizaram somente a dieta emagreceram tanto quanto aquelas que também fizeram atividades. O que isso quer dizer? Que o efeito potencializador do exercício aeróbio não é comprovado fisiologicamente — argumenta.

Risco de lesão pode aumentar

Apesar de tentadora, a ideia de apostar em quatro, 10 ou 20 minutos de atividades três vezes por semana não parece a melhor saída para o coordenador do curso de especialização em Fisiologia do Exercício Aplicada à Atividade Física da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Christiano Francisco dos Santos. Para ele, treinos de curta duração são menos eficientes.

— Em cinco minutos, a pessoa não consegue nem aquecer as articulações. Nunca li um trabalho que diga que, em menos de 30 minutos de exercício resistido, o EPOC seja maior que em práticas de 40 minutos. Isso é extremamente agressivo. Cada vez mais as pessoas querem fazer menos e ter resultados maiores e mais rápidos. Desta forma, estou vendo um aumento no número de lesões. A intensidade cobra um preço do teu corpo — alerta.

Para Possebon, mesmo usando protocolos de apenas quatro minutos, uma pessoa já consegue obter melhora nos indicadores cardiovasculares em três semanas. O coordenador fitness da academia BodyTech de Porto Alegre, Diego Rouxinol, também considera quatro minutos tempo suficiente para tirar o rótulo de sedentário de um indivíduo, mas ressalta que é preciso seguir corretamente os programas:

— Se seguir corretamente, o que não é fácil, pois é extenuante, e fazer dieta, até é possível emagrecer.

Ajuda a emagrecer?

Praticar somente quatro minutos de atividades três vezes na semana vai contra a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que indica realizar 150 minutos de exercícios semanalmente para obter resultados de saúde expressivos como melhora de perfil de colesterol, redução de diabetes e hipertensão e prevenção de doenças cardiovasculares.

— A recomendação continua sendo de pelo menos 30 minutos de uma atividade aeróbica realizada de cinco a sete dias por semana. O que quebrou o paradigma nos últimos tempos é que esse exercício, que achávamos que deveria ser continuado, pode, eventualmente, ser trocado por períodos menores de oito a 10 minutos, de três a quatro vezes por dia — pondera a chefe do Serviço de Cardiologia do Hospital Moinhos de Vento, Carisi Anne Polanczyk.

Outro ponto controverso em relação aos exercícios curtos e intensos é se eles seriam capazes de ajudar na perda de peso. As pesquisas realizadas até então comprovaram que esse tipo de treino traz benefícios para o sistema cardiorrespiratório, mas ainda não há conclusões sobre sua eficácia quando o assunto é a balança.

— Na minha opinião, seria muito precipitado prescrever um treino de alta intensidade em um período tão curto (referindo-se a um treino de quatro minutos) para uma pessoa que quer emagrecer. O que os grandes estudos comprovam é que a dieta é a principal intervenção para a perda de peso. Algumas pesquisas vêm sugerindo que o treinamento de alta intensidade promove adaptações no corpo não só durante o exercício, mas após seu término, o que poderia proporcionar o emagrecimento mesmo sem fazer dieta. No entanto, elas são poucas e sem uma grande amostra. Não é algo muito consistente e precisa ser mais testado. O que acontece é melhora na saúde cardiovascular, o que diminui os fatores de risco e o risco de morte por doenças desse gênero — avalia.

Realizados em grande parte das vezes utilizando somente o peso corporal, outro ponto a ser considerado por quem pretende investir na prática é que, apesar de melhorar o tônus muscular, sozinha a prática não é capaz de promover a hipertrofia, ou aumento no tamanho dos músculos — sendo necessário recorrer a um treino clássico de musculação para obter esse tipo de resultado.

Cabe na agenda

Apontadas como tendência entre os profissionais de Educação Física, estas práticas curtas e intensas ganham ainda mais espaço nas academias, apesar de muitas delas poderem ser feitas em casa. Em Porto Alegre, a academia BodyTech oferece duas modalidades que cumprem estes requisitos. Uma delas é a 20 Minutes Workout, que, como o próprio nome diz, dura 20 minutos e é dividida em quatro blocos que variam os estímulos de 50 ou 30 segundos. Praticante da aula desde novembro passado, a advogada Clarice Ferreira, de 53 anos, é só elogios à atividade:

— Ela não é monótona e tem resultado rápido. Quando a gente pensa que vai entrar em óbito, acabou a aula — diverte-se.

Desde que passou a frequentar as aulas, Clarice percebeu uma melhora na flexibilidade, na agilidade e no condicionamento físico.


— Isso te traz um gás para o dia inteiro. A gente sobe escada, caminha e cansa menos — garante.

Matéria publicada no site Zero Hora



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Como exercícios podem proteger o corpo contra o câncer?


A aparente relação entre exercícios e prevenção ao câncer tem chamado mais atenção da ciência, e alguns estudos indicam que a atividade física parece ter um efeito protetor contra ao menos quatro tipos diferentes da doença: o de mama, especialmente na pós-menopausa; o de cólon; o de endométrio (útero); e alguns casos de câncer gastrointestinal superior.

Mais ainda, pesquisas apontam que estar em forma ajuda também na recuperação de pacientes, em paralelo ao tratamento da doença.


Como especialista em medicina intensiva e perioperatória – o período de cuidado dos pacientes desde a indicação de uma operação até a recuperação -, a médica Denny Levitt, do Hospital Universitário de Southampton, Inglaterra, se interessa especialmente pela relação entre exercício e saúde.

Em entrevista à BBC, Levitt ressaltou que a ideia de que o bom estado físico tem efeito protetor ainda está sendo pesquisada, mas é amplamente aceita a evidência de que o efeito positivo de fato existe.


Veja, a seguir, o que diz Levitt:

Qual o grau de proteção proporcionado pelo exercício, por exemplo no caso do câncer de mama?
Foram feitos alguns estudos epidemiológicos. Um, publicado recentemente, indica que cerca de 10% dos casos de câncer de mama após a menopausa registrados na região da Ásia-Austrália podem ser atribuído diretamente à inatividade física. Isso quer dizer que um em cada 10 casos desse tipo de câncer estava vinculado à falta de exercícios.

De quanto exercício estamos falando?
Diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmam que deveríamos fazer cerca de 150 minutos de exercício de intensidade moderada por semana. Isso significa, por exemplo, uma caminhada de passo rápido ou um passeio de bicicleta, e o que Levitt sugere é que isso seja feito por períodos de 30 minutos. Portanto, cinco vezes por semana, com 30 minutos de exercício moderado a cada sessão.
No caso de exercícios de alta intensidade, como jogar futebol ou correr, 75 minutos por semana já seriam suficientes para reduzir riscos à saúde.

Em pessoas que já têm câncer, sabe-se qual é o impacto do exercício no processo de recuperação?
Sim. Há indícios de que a atividade física e a boa forma têm um efeito importante nos índices de sobrevivência ao câncer.
Indivíduos que têm melhor estado físico têm também índices de sobrevivência maiores em cinco ou dez anos, algo que se mantém inclusive quando se leva em conta outros fatores de risco, como obesidade ou tabagismo.

Temos alguma ideia de por que o exercício protege o corpo?
Os motivos podem ser os vários efeitos preventivos do exercício e da boa forma.
Em primeiro lugar, quem tem um bom estado físico tem mais possibilidades de suportar o tratamento contra o câncer, que muitas vezes inclui grandes cirurgias. Segundo Levitt, sabe-se que é mais alta a probabilidade de que indivíduos que estão em melhor forma sobrevivam e tenham menos complicações.
Além disso, essas pessoas toleram melhor a quimioterapia. E estão começando a surgir indicadores de que elas sofrem efeitos secundários menos tóxicos por conta dos medicamentos.
A biologia específica deste efeito protetor está sendo muito pesquisada no momento, diz Levitt. “O que sabemos é que o exercício é anti-inflamatório e, no longo prazo, ter processo inflamatórios crônicos aumenta o risco de que o câncer retorne e reduz a possibilidade de sobrevivência.”
Portanto, é possível que haja alguma relação entre o câncer, a inflamação e o exercício, mas esse elo ainda está em fase inicial de pesquisas.

A maioria das pessoas considera o exercício fundamental para uma vida saudável. Por outro lado, quando ficamos doentes, tendemos a pensar que o descanso é muito importante. Isso está errado?
“Completamente. É muito importante que digamos aos pacientes que, ainda que tenham sido diagnosticados com câncer, o descanso não é a solução. É preciso manter-se ativo”, opina Levitt.
“É como dizer que, se você se sente mal, deve se deitar e isso ajudará você a se recuperar. Mas, de fato, parece ser ao contrário. O movimento, o exercício e a atividade física depois de uma cirurgia de câncer ou durante o tratamento podem melhorar o prognóstico a longo prazo.”

Parece que, em muitos aspectos, o exercício é uma maravilha…

“Sim, e se alguém tivesse inventado o exercício como terapia medicamentosa, tenho certeza de que seria muito mais popular”, concluiu a médica.


Matéria publicada no site Globo.com

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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

INSCRIÇÕES ABERTAS !!! - CURSO DE TREINAMENTO FUNCIONAL - BÁSICO/INTERMEDIÁRIO - TAO PILATES - FLORIANÓPOLIS/SC


INSCRIÇÕES ABERTAS !!!

Descrição:

• Público Alvo:
Professores de educação física, personal trainers, preparadores esportivos , fisioterapeutas e estudantes de carreiras correlatas.

• Carga Horária:
16 - Horas / mec

  • Conteúdo: 

Sábado

- Apresentação da Metodologia
- Conceito e Histórico do Treinamento funcional
Fundamentos do Treinamento Funcional e
Base anatômica- Biomecânica
- Treinamento do CORE/ CORE Training
- Progressões funcionais baseadas nos 4 pilares do movimento- Carlos Santana
- Avaliação e Correção das Instabilidades e Perda de controle de Movimento
- Recuperação e regeneração
- Estudo de caso e Prescrição

Domingo
Progressões funcionais baseadas nos 4 pilares do movimento
Treinamento de Agilidade e Velocidade: Arranque, Arremesso
Progressão em Pliometria
Treinamento de Potência
Avaliação de Movimento e Prevenção de lesão
Técnicas de Correção
Prescrição.
Acessórios para o treinamento funcional
Como montar e elaborar sessões de treinamento de acordo com as fases da metodologia Tao
- controlar o volume de treino (séries x repetições x intervalo)
- Treino Integrado
- Estudo de Casos
- Perca de peso
- Qualidade de vida e bem estar.
-Casos especiais

  • Materiais:

Material Impresso:
• Apostila com fotos de exercícios executados

VALOR DO INVESTIMENTO: 
• consultar pelo e-mail secretaria@taopilates.com.br e/outaopilates@taopilates.com.br
Telefone: (48) 3228-9898 - Whatsapp: (48) 8469-3828


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ÚLTIMAS VAGAS !!! - CURSO DE PILATES NAS PATOLOGIAS DA COLUNA VERTEBRAL - FLORIANÓPOLIS/SC


ÚLTIMAS VAGAS!!!

Descrição:

PILATES NAS PATOLOGIAS DA COLUNA VERTEBRAL (enfoque na reabilitação e treinamento) = 2 dias de curso, sábado ao domingo.

• Público Alvo:
Profissionais e estudantes com certificação "comprovada" no método Pilates Completo.

• Carga Horária:
16 - Horas / mec
Estudos on line – Acesso a Videolivraria


Conteúdo:


1- Principais DESVIOS E PATOLOGIAS da Coluna Vertebral
• HIPERLORDOSE
• CIFOSE
• ESCOLIOSE
• DISCOPATIA DEGENERATIVA
• HERNIAS DE DISCO
• ESPONDILOLISTESE
• ESPONDILOLISE
• CIFOSE JUVENIL
• OSTEOARTROSE
• SINDROME FACETARIA
• ESTENOSE FORAMINAL
• ESTENOSE CANAL VERTEBRAL
• ARTRITE REUMATOIDE
• OSTEOPOROSE
2- Biomecânica e Cinesiologia
3- Avaliação da Postura Estática e Dinâmica.
4- Avaliação do Core.
5- Exercícios de Estabilização Estático-Dinâmica, Dissociação e Mobilização.
no Reformer, Cadillac, Chair, Rolo de Feldenkrais e Magic Circle.
6- Como evoluir e acompanhar o treinamento e a reabilitação.
7- Discussão de casos clínicos


  • Objetivos:

Possibilitar que instrutores de Pilates aprofundem e aperfeiçoem seus estudos na Reabilitação e treinamento NAS PATOLOGIAS, DESVIOS E DORES CRÔNICAS DA COLUNA ABORDADAS PELO MÉTODO PILATES. Serão utilizados exercícios Pilates no realizados no Reformer, Cadillac, Chair, Rolo de Feldenkrais, Bola e Magic Circle e disco de rotação.


  • Materiais:

Material Impresso:
• Apostila com fotos de exercícios executados


  • Diferenciais:

- Ministrado pelo experiente médico do esporte e fundador da TAO Pilates, Dr. Joel Steinman.



VALOR DO INVESTIMENTO: 
• consultar pelo e-mail secretaria@taopilates.com.br e/ou taopilates@taopilates.com.br
Telefone: (48) 3228-9898 - Whatsapp: (48) 8469-3828


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INSCRIÇÕES ABERTAS !!! - CURSO AVANÇADO DE PILATES NOS APARELHOS - TAO PILATES - FLORIANÓPOLIS/SC




INSCRIÇÕES ABERTAS !!!

Descrição:

Avançado nos Aparelhos = 2 dias de curso, sábado ao domingo.

• Público Alvo:
Profissionais e estudantes com certificação no método Pilates Completo.
Observação: é necessária a certificação comprovada no método Pilates.

• Carga Horária:
16 - Horas / mec



  • Conteúdo:

1 - Série de exercícios Intermediários e Avançados no Reformer,Cadillac e Chair

• CADILLAC- 33 EXERCÍCIOS COM 58 VARIAÇÕES

• REFORMER- 43 EXERCÍCIOS COM 55 VARIAÇÕES

• CHAIR- 27 EXERCÍCIOS COM 30 VARIAÇÕES

2- Como evoluir e acompanhar o treinamento e a reabilitação.

3- Avaliações minuciosas da execução e correção de cada exercício

4-Supervisão de detalhes

5- Discussões de caso

6- Mini-laboratorio 



  • Materiais:

Material Impresso:
• Apostila com fotos de exercícios executados


  • Diferenciais:

- Direito de refazer o curso completo após 1 ano, SEM CUSTO NENHUM !!! (com o objetivo de reciclagem e revisão de todo o conteúdo....);
- Studio com 13 aparelhos de Pilates e todos acessórios para realização do método;
- Sala climatizada com 70 m2;


VALOR DO INVESTIMENTO: 
• consultar pelo e-mail secretaria@taopilates.com.br e/ou taopilates@taopilates.com.br
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Onda gigante que pode ter superado a marca de 100 pés deixa Burle nas nuvens


Surfista ainda comemora a façanha que obteve em Portugal, que pode ser o novo recorde mundial.

O mito da onda de cem pés, uma espécie de limite imaginário entre o que é possível e o que é impossível para os surfistas ao redor do mundo, parece ter ido por água abaixo. O brasileiro Carlos Burle pode ter encontrado na Praia do Norte, em Nazaré (Portugal), uma montanha de água maior do que os 30,48 metros – valor equivalente a cem pés – e superado o atual recorde mundial, de 24 metros, que pertence ao norte-americano Garrett McNamara. “Foi a maior onda da minha vida”, diz o pernambucano, que desembarcará no Brasil nesta quinta-feira.

Ele evita a todo custo dar uma medida para a sua façanha, mas especialistas já começam a apontar que a onda surfada na última segunda-feira, pouco depois do acidente sofrido por Maya Gabeira no mesmo local, tinha de 30 a 36 metros de altura. “O que eu vi foi verídico”, afirma Burle. “Todas as pessoas falaram que eu tinha surfado a maior onda e as imagens estão aí, as evidências estão aí. Mas não quero nem pensar nisso, quero curtir o momento”, completa o surfista de 45 anos.

Segundo Burle, o mais importante foi estar no lugar certo na hora certa, em um dia em que o mar estava realmente grande. O local, no litoral de Portugal, proporciona condições únicas porque fica no fim de um imenso cânion submarino. Assim, a onda chega com uma velocidade grande à costa, mas, quando encontra um terreno mais elevado, a cerca de 500 metros da praia, ela desacelera e cresce de tamanho. “Encontramos uma condição de ondulação grande, com vento bom.”

Antes de pegar o que pode ter sido a onda de sua vida, Burle participou do resgate de Maya Gabeira, que, ao lado de Pedro Scooby e Felipe “Gordo” Cesarano, faz parte do time da Red Bull que foi até Portugal em busca das grandes ondas. Quando Maya caiu da onda com um tornozelo quebrado, Burle tentou puxá-la com o jet ski e, vendo que a moça não respirava mais, largou o equipamento e saltou na água para salvá-la pelos braços. “Foi muito bom poder sair daquela situação complicada”, comenta.

Depois de encaminhar Maya para um hospital e se certificar de que ela estava bem, o surfista queria voltar ao mar, o mesmo que quase tirou a vida da amiga e pupila. “O fato de ela ter sido atendida prontamente e ter ido para um hospital de primeiro mundo me tranquilizou”, conta o surfista. “Eu também quis voltar porque estava com outros, nós somos um time, e queria ver se eles estavam bem. Claro que queria pegar uma onda, pois sabia que aquele era um dia histórico. E foi justamente a última do dia. Fiz para mostrar que nós temos de viver as emoções, mas elas não podem dominar a gente.”

O tamanho da onda é definido pela análise das imagens em computador por especialistas, mas leva um tempo até se chegar ao veredito final. A estimativa é que só no próximo ano saia uma decisão. De qualquer forma, Burle sabe muito bem que o julgamento de uma onda é algo subjetivo, mas em sua cabeça ele tem a ideia exata da quantidade de água que estava vindo com força para tentar tirá-lo da prancha. “Posso não ter batido o recorde, mas estou feliz.”

Matéria publicada no site O Estado de S.Paulo.

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Especialistas dão dicas para evitar as dores nos joelhos


As dores nos joelhos podem surgir por causa de problemas em outras partes do corpo. Quando uma pessoa tem o joelho valgo dinâmico e não fortalece os músculos, ela pode vir a ter a condromalácia patelar, que é o amolecimento da cartilagem causado pela sobrecarga. Essa sobrecarga pode causar desgaste da cartilagem.

Por que os nossos joelhos doem? O ortopedista Wilson Mello explicou porque uma lesão no joelho pode atrapalhar a vida toda. Por isso, é importante tratar. O professor de jump Jonathan Mota deu dicas para você começar a fazer as aulas.

As dores no joelho podem surgir por causa de problemas em outras partes do corpo. Quando uma pessoa tem o joelho valgo dinâmico e não fortalece os músculos, ela pode vir a ter a condromalácia patelar, que é o amolecimento da cartilagem causado pela sobrecarga. Essa sobrecarga pode causar desgaste da cartilagem.

Um teste simples pode ajudar a descobrir se você tem a condromalácia patelar: fique de pé com uma perna só e dobre o joelho. Se ele for para dentro, é sinal de condromalácia. A posição correta dos joelhos é para frente. Quando ele vai para dentro é sinal de desequilíbrio da musculatura do quadril, glúteos e coxas.

A tendinite é a degeneração dos tendões dos joelhos. As causas são sempre relacionadas com sobrecarga muito excessiva. Quando há uma sobrecarga muito grande, as fibras dos tendões se rompem e não se renovam mais.

Há quatro graus de tendinite. No grau um, a pessoa sente dores durante a atividade física; no grau dois, a dor permanece, mesmo depois do exercício; no grau três, a pessoa não consegue fazer atividade física por causa da dor; já no grau quatro ocorre a ruptura do tendão. O tratamento é o fortalecimento da musculatura. A cirurgia é indicada nos graus três e quatro.

Já os meniscos têm a função de distribuir carga entre fêmur e tíbia. A lesão pode ocorrer em duas situações: quando a pessoa sofre um trauma rotacional e machuca o menisco ou quando ocorre uma lesão degenerativa. Na maioria das vezes, o tratamento é o fortalecimento muscular e perda de peso.

Matéria publicada no site Globo.com

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Idosos saudáveis resistem mais a calor, mas não à umidade


Os pesquisadores avaliaram os efeitos do estresse térmico sobre o desempenho cognitivo de 68 idosos com idade média de 73,3 anos, com bom desempenho físico e cognitivo – caracterizado pela boa saúde mental e caminhar de modo independente, entre outros aspectos. Os idosos são pacientes do serviço de geriatria do HC-FMUSP ou participantes do programa “Universidade aberta à terceira idade”, da USP.

Os idosos são mais vulneráveis aos sucessivos recordes de temperatura registrados em diferentes partes do mundo nos últimos anos, que induzem, por exemplo, a alterações no mecanismo de controle da temperatura corpórea, conforme apontam especialistas da área de geriatria.

Um estudo realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina e do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmoféricas (IAG), da Universidade de São Paulo (USP), constatou, contudo, que idosos saudáveis são capazer de tolerar um calor de 32 ºC, por exemplo – temperatura que representa um dia quente de verão em São Paulo –, mantendo um bom desempenho cognitivo.

Resultado de um projeto realizado no âmbito do Instituto Nacional de Análise Integrada de Risco Ambiental – um dos INCTs apoiados pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) no Estado de São Paulo –, o estudo foi descrito em um artigo publicado na revista Age, da Associação Americana de Envelhecimento.

“Observamos que o desempenho cognitivo de idosos com boa funcionalidade não sofreu efeitos nocivos da exposição ao calor”, disse Beatriz Maria Trezza, geriatra do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP e primeira autora do estudo, à Agência FAPESP.

Os pesquisadores avaliaram os efeitos do estresse térmico sobre o desempenho cognitivo de 68 idosos com idade média de 73,3 anos, com bom desempenho físico e cognitivo – caracterizado pela boa saúde mental e caminhar de modo independente, entre outros aspectos. Os idosos são pacientes do serviço de geriatria do HC-FMUSP ou participantes do programa “Universidade aberta à terceira idade”, da USP.

Para realizar o estudo, os pesquisadores fizeram um ensaio clínico em que submeteram os idosos a uma bateria de cinco testes neuropsicológicos computadorizados realizados sucessivamente em salas com temperatura controlada de 24 ºC – considerada confortável para atividade leve – e de 32 ºC.

Selecionados da Bateria Neuropsicológica Automatizada de Testes de Cambridge (Cantab, em inglês) – um software desenvolvido pela Cambridge University, do Reino Unido –, os cinco testes avaliaram diferentes aspectos do desempenho cognitivo dos idosos, como memória, atenção, tempo de reação a um estímulo visual e aprendizado.

Os resultados dos testes indicaram que não houve diferenças significativas no desempenho cognitivo dos idosos no ambiente com temperatura de 32 ºC em comparação com o de 24 ºC.

“As análises dos testes, como um todo, mostraram que o desempenho cognitivo dos idosos foi mantido no ambiente com 32 ºC”, afirmou Trezza. “A população de idosos que avaliamos, entretanto, é bastante específica e talvez por isso seja menos vulnerável ao estresse térmico”, avaliou.

Umidade e atividade física

Os pesquisadores também fizeram uma análise de interação dos resultados dos testes: dividiram os idosos em diferentes grupos – só de homens, mulheres (que representaram 69% dos participantes), mais velhos e mais ativos ou sedentários – com o objetivo de verificar se algum deles era mais suscetível aos efeitos do calor.

Ao dividir os idosos em dois grupos, submetidos a uma mesma temperatura, de 32 ºC, mas com umidades relativas do ar diferentes – um grupo com umidade relativa menor ou igual a 57,8% (a média da umidade calculada nos testes de variação de calor) e outro com umidade superior a essa –, os pesquisadores observaram que o grupo exposto à temperatura de 32 ºC com umidade relativa do ar acima de 57,8% sofreu os efeitos deletérios desse calor mais úmido em seu desempenho nos testes cognitivos.

Em contrapartida, não foram observadas diferenças significativas no desempenho cognitivo do grupo de 33 idosos expostos a um calor mais seco, com umidade menor ou igual a 57,8%.


“Durante os testes, a temperatura de calor, de 32 ºC, foi muito bem controlada, mas não tivemos como controlar a umidade relativa do ar”, explicou Trezza.

Por meio de um Projeto Temático, realizado com apoio da FAPESP, os pesquisadores estão realizando uma nova bateria de testes com o mesmo perfil de idosos em que pretendem comparar o desempenho cognitivo deles sob uma temperatura de 32 ºC, com diferentes níveis de umidade relativa do ar.

“Pretendemos certificar se a umidade relativa do ar realmente é um fator que afeta o desempenho cognitivo dos idosos, porque só sob efeito do calor não houve diferença”, disse Fábio Luiz Teixeira Gonçalves, professor do IAG-USP e coordenador do projeto.

Os pesquisadores ainda não sabem exatamente porque o nível de umidade relativa do ar influencia o desempenho cognitivo dos idosos.

Uma das hipóteses é que, quanto maior a umidade relativa do ar em altas temperaturas, maior o estresse do calor sobre o corpo humano.

Isso porque um dos principais mecanismos do corpo humano para perder calor em um dia quente – com temperatura acima dos 30 ºC – é a transpiração.

Com o nível de umidade relativa do ar mais alto em um dia quente, menor é a possibilidade de transpirar e é mais difícil regular a temperatura corpórea, principalmente pelos idosos, explicou Trezza.

“O estresse na regulação da temperatura corpórea acaba competindo com o funcionamento do cérebro. A rede neural, que está tentando manter a temperatura estável do corpo, tem que se preocupar com outra função ao mesmo tempo”, detalhou.

Os pesquisadores também constataram que a frequência de atividade física influencia o efeito do calor no desempenho cognitivo dos idosos.

Os idosos que declararam fazer atividade física com frequência menor do que quatro vezes por semana apresentaram pior desempenho cognitivo sob o calor do que aqueles que afirmaram fazer atividade física com frequência maior do que quatro dias.

“O controle térmico do corpo de pessoas que fazem mais atividade física é melhor do que o dos sedentários”, explicou Trezza. “Quando se faz atividade física, a temperatura do corpo aumenta e ele vai aprendendo a dissipar calor”, disse.

Estudo pioneiro

De acordo com a pesquisadora, o estudo sobre o efeito do calor no desempenho cognitivo de idosos é pioneiro.

Isso porque já têm sido realizados estudos nessa linha com militares, trabalhadores expostos a ambientes extremos e jovens. Mas, até então, ainda não tinha sido feito nenhum estudo específico com idosos.

“Paralelamente às mudanças climáticas globais, também está ocorrendo um processo de envelhecimento populacional. Um dos objetivos do estudo foi tentar entender como uma população que está envelhecendo e que sofrerá mudanças no controle da temperatura corpórea irá conviver com um clima que está esquentando”, disse Trezza.

Juntamente com os recém-nascidos, os idosos foram as maiores vítimas das ondas de calor registradas em diferentes partes do mundo nos últimos anos, como no verão de 2003 na Europa.

“A sensibilidade dos idosos ao calor é menor e eles têm menor percepção da variação da temperatura, desencadeando uma resposta comportamental mais tardiamente”, disse Trezza.

Ao perguntar aos idosos participantes do estudo se estavam confortáveis ou desconfortáveis sob a temperatura de 32 ºC, aproximadamente um terço respondeu que estava confortável.

O artigo “Environmental heat exposure and cognitive performance in older adults: a controlled trial” (doi: 10.1007/s11357-015-9783-z), de Trezza e outros, pode ser lido na revista Age aqui.

Matéria publicada no site Exame

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